terça-feira, 14 de junho de 2016

Alfabetização. Livro Poemas Problemas. O lúdico no ensino e aprendizagem da matemática.

O livrinho Poemas Problemas escrito e ilustrado por Renata Bueno, publicado em 2012 pela Editora do Brasil, foi 1º lugar no prêmio Jabuti 2013, categoria "Didáticos e Paradidáticos". 

O livrinho é uma mão na roda para dar suporte aos professores no trabalho com a disciplina matemática de forma lúdica.

É recomendado para turmas do terceiro ano do ensino fundamental, mas pode ser usado em qualquer série, dependendo do nível da turma.  Cada problema desafia os alunos para o raciocínio lógico de um jeito bem divertido. Além disso, traz o gabarito no final.

Podemos desenvolver ainda atividades com outras áreas do conhecimento: Linguagem- com o  gênero textual  Poesia, que se caracteriza  pela composição em versos; Ciências, Geografia, Artes...  
Forme duplas e desafie sua turma a resolver os problemas.   Espero que lhe seja útil. Clique na imagem para melhor visualizar.  


Fontes: BUENO, Renata. Poemas problemas. São Paulo: Editora do Brasil, 2011.Diponível em:  Blog da Carol.  Poemas Problemas. Acesso em 14/06/2016
Site de Renata Bueno

ATIVIDADES

1. Você gostou do livrinho Qual o título  Quem é  a autora ?
2. Observe alguns dos poemas que você acabou de ler:   a) Escreva o titulo de cada um deles. 
b) Escreva quantos versos tem cada um dos poemas.       c) Efetue as continhas de cada problema.
d) Qual a operação que você vai realizar:  adição, subtração, divisão ou  multiplicação?             


3. Leia os dois  poemas abaixo com muita atenção. Escreva os títulos. Efetue as operações. Desenhe a ilustração  de acordo com a historinha.

domingo, 12 de junho de 2016

Cultura Nordestina. O povo, as festas populares, arte e tradição nas Cores de Eduardo Lima. Biografia do artista. Atividades

O Brasil  é dividido em cinco regões geográficas: Região Norte, Região Nordeste, Região Centro-oeste, Região Sudeste e Região Sul.  Tem  26 estados e mais o Distrito Federal - Brasília, que é a capital do pais, num total de 27 unidades federativas, distribuídas nessas cinco regiões.

A Região Nordeste tem nove estados, todos banhados pelo mar. São eles: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão. A diversidade étnica e cultural foi herdada de diferentes povos que formaram o povo brasileiro, a exemplo dos indígenas, europeus e africanos, cujas influências estão presentes  no artesanato, nas artes plásticas, culinária, música, dança, literatura, teatro etc.  Identifique os estados nordestinos no mapa do Brasil. 

Mapa político do Brasil. A Região Nordeste e Seus Nove Estados



Vamos conhecer agora  algumas das tradições  culturais nordestinas representadas na Arte do artista plástico baiano Eduardo Lima, nascido na cidade  de Capim Grosso e radicado na cidade de Barreiras, no Oeste da Bahia. Acompanhe !
Paisagem nordestina: o mandacaru e suas flores
O sol clemente mata a flora (plantas) e a fauna (animais).
O nordestina reza e clama a Deus, pois é acima de tudo, um forte.
Repartindo o pão. Confraternização na varanda de casa 

A culinária do Nordeste é bem diversificada e destaca-se pelos temperos fortes e comidas apimentadas. Entre os pratos típicos, destacam-se: carne de sol com feijão verde, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, caruru, canjica, tapioca,  frutos do mar, etc. As frutas também são variadas, destacando-se: pitomba, manga, araçá ou goiaba, graviola, seriguela, umbú, buriti, cajá, macaúba etc. 
Debulhadores de feijão.
Familiares, vizinhos e amigos na alegria da colheita
Festas e Tradições Nordestinas 


1- As festas juninas - representam um dos elementos culturais do povo nordestino. Essa festa é composta por música caipira, apresentações de quadrilhas, comidas e bebidas típicas, e muita alegria. Homenageia três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro. As principias festas juninas da região Nordeste ocorrem nas cidades de Caruaru em Pernambuco  e Campina Grande na Paraíba.
Festejo junino.  Dançando quadrilha no "arraiá". 
Óleo sobre tela. 80 x 10
Quadrilha Junina. Óleo sobre tela
Casamento na roça: encenação nas festas juninas
durante a dan
ça da quadrilha
Forrozeiros (músicos de forró) nordestinos 
A Dança do Xaxado . Óleo sobre tela, 80 x 100 
2-  O  xaxado - é uma dança típica do Nordeste, originário das cidades Pajeú e Moxotó no interior de Pernambuco. Sua origem tem muitas versões, mas as características da cultura indígena são muito evidentes. Alguns autores afirmam que se trata de uma adaptação de danças portuguesas. Seu nome é atribuído ao som que as alpercatas dos dançarinos produzem quando arrastadas no chão durante a dança, soando "xa-xa-xa". 
Festa de Reis ou Reisado

3- Festa de Reis ou Reisado ou Folia de Reis - é uma manifestação cultural trazida para o Brasil pelos colonizadores portugueses. É um espetáculo popular das festas de Natal e Reis, apresentado nas ruas das cidades do Nordeste, a partir do dia 24 de dezembro, quando saem os vários Reisados. Cada bairro tem o seu, e as pessoas saem fantasiadas cantando e dançando. Os participantes dos Reisados acreditam ser continuadores dos Reis Magos que vieram do Oriente para visitar o Menino Jesus, em Belém.
Festa do boi bumbá ou Bumba Meu Boi


4- O Bumba meu boi - é uma pequena dramatização,na qual um boi construído em uma armação de madeira,  coberta de pano colorido,  é morto e em seguida ressuscitado. O dono do boi, um homem branco, presencia um homem negro roubando o seu animal para alimentar a esposa grávida, que desejava comer língua de boi.
Dança do Bumba Meu Boi. 80 x 100
 Biografia de Eduardo Lima

Artista Plástico Baiano nascido em 1977 na Cidade de Capim Grosso e  radicado em Barreiras,  cidade do Oeste Baiano, lugar escolhido pelo artista para viver,  por sua história e suas belezas naturais, segundo afirma. Autodidata desde os dez anos de idade, destaca-se  principalmente pelo seu talento artístico. Já participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior, com suas pinturas em tela. Apaixonado pela arte e por suas raízes nordestinas, retrata através de suas pinceladas firmes e cores fortes, a simplicidade, o cotidiano, a ingenuidade e a cultura nordestina.
http://brasilescola.uol.com.br/brasil/aspectos-culturais-regiao-nordeste.htm
http://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/cultura-nordesteprojeto-pedagogico.htm

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Sociologia. Sociedade e Classes Sociais. K. Marx, Émile Durkheim, Max Weber, Norbert Elias e Pierre Bourdieu. Atividades



Balé Folclórico da Bahia (BFB). Espetáculo Herança Sagrada  
A Corte de Oxalá.  2015. Foto de Wendel Wagner

Neste post estudaremos como as sociedades se formam, como os indivíduos se relacionam socialmente e a  formação das classes sociais, na visão de teóricos clássicos da Sociologia e os mais recentes. 

Começaremos pelo  trio de teóricos clássicos: Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber. Veremos as ideias de autores mais recentes: Norbert Elias e Pierre Bourdieu. Analisaremos o pensamento de cada um deles sobre como vivemos e nos relacionamos uns com os outros. 


I - Karl Marx - o  Indivíduo e as Classes Sociais. A Teoria Marxista

Karl Marx  (1818-1883)

Karl  Marx nasceu em Trier, antigo  Reino da Prússia, atual Alemanha,   em 5 de Maio de 1818 e morreu em Londres a 14 de Março de 1883. Era o filho mais novo de uma família judia de classe média. 

Concluiu o  doutorado  em Filosofia em 1841.  No ano seguinte tornou-se redator-chefe de um jornal da província de Colônia,  na Alemanha, onde conheceu Friedrich Engels, durante visita deste à  redação do jornal.  Os dois vivenciaram as grandes transformações econômicas, políticas e sociais provocadas  pela Revolução Industrial. De seus estudos nasceu a Teoria Marxista.


Em 24 de fevereiro de 1848, Marx e Engels publicaram o folheto O Manifesto Comunista. A obra é um breve resumo da Teoria Marxista, que se  fundamenta  na crítica radical ao Capitalismo e à exploração do trabalhador pelos donos do capital - a Burguesia.  

Em 1867 Marx  publicou o primeiro volume da sua obra prima - O Capital resultado dos seus estudos no British Museum (Museu Britânico, em Londres). É um livro que trata  principalmente de economia, e discute o que  Marx chamou de teoria do valor, da mais-valia, da acumulação do capital. 

Marx defende que o ser humano, além do resultado da evolução biológica da espécie, é um produto histórico em constante mudança, dependendo da sociedade, das  condições e
do contexto social em que vive, o que lhe permite construir  sua história e sua existência. 

Diz que a capacidade do ser humanos  se relacionar em sociedade trabalhando, aprendendo, construindo e inovando é a sua principal característica. Que ao produzir o que precisa para sobreviver, o ser humano elabora sua consciência, seu modo de pensar e conceber o mundo, que dependem das condições em que vive.  Deste modo, a relação é mútua, ou seja,  a sociedade produz o individuo e este produz a sociedade. 

As Classes Sociais,  Segundo Karl Marx 


Ao analisar a sociedade capitalista e os indivíduos,  Marx trata das relações entre as classes sociais,  mas sem excluir a ideia do individuo como ser social, dizendo que os seres humanos constroem sua história dependendo das condições em que vive.   
Segundo  Marx, a economia capitalista tem apenas duas classes sociais: a) os donos do capital produtivo - a burguesia, a qual   se apropria da mais-valia, constituindo-se na classe exploradora; b) os assalariados ou proletariado - que não são donos dos meios de produção e vendem sua força de trabalho aos donos do capital, por quem são explorados.

A Educação,  Segundo Karl Marx


Com  esses fundamentos  teóricos do capitalismo acima descritos,  Marx acreditava que a Educação era parte da superestrutura de controle usada pelas classes dominantes. Defendia a educação pública e gratuita para todas as crianças,  que seria a solução para retirá-las do trabalho desumano  nas fábricas. Criticava  o currículo escolar  e a forma como era ensinado. Defendia a educação técnica e industrial. Essas ideias tiveram impacto posterior na educação, especialmente  a educação tecnológica, amplamente difundida  em todos os países industrializados, até aos dias atuais.

II -  Émile Durkheim. As Instituições e o Individuo 


Durkheim  nasceu na França em 1858, onde viveu até sua morte em 1917. Fundou a  Escola Francesa de Sociologia, em 1887Foi  influenciado pelo Positivismo do Pai da Sociologia, o francês Augusto Comte. Dedicou-se  a elaborar uma ciência que possibilitasse entender e interpretar os comportamentos coletivos, principalmente a  nova sociedade  que estava se formando após Revolução Industrial e a Revolução Francesa. Elegeu  fato social como objeto de investigação da Sociologia, o  novo campo científico surgido a partir dessas Revoluções. Fato social  são  todos os fenômenos que acontecem no interior da sociedade,  desde  que apresentem algum interesse social. 
Durkheim (1858-1917)

 O  Fato Social e a Consciência Coletiva

Durkheim compara a sociedade a um “corpo vivo”, em que cada órgão cumpre uma função. Daí o nome de metodologia funcionalista para seu método de análise.  Parte da ideia de que o indivíduo é  produto da sociedade. Logo, a sociedade sempre está acima dos indivíduos, com suas regras, normas, costumes e leis para garantir que não desapareça. Para tanto, apoia-se  nas instituições sociais: família, a escola, o Estado e  seu aparato, a exemplo do Sistema Judiciário, que são a base da sociedade.  As normas e leis independem do individuo e controlam a todos, formando uma consciência coletiva, a qual favorece a integração social. 


Propositalmente, Durkheim chama o fato social de “coisa” para ressaltar que ele é um objeto no sentido científico,  ou seja,  algo que pode ser observado, definido e explicado pelo cientista social.   Diz que o fato social é uma “coisa” que exerce força de coerção sobre os sujeitos, independente de sua vontade ou ação individual.  Portanto, os fatos sociais são exteriores, coercitivos e objetivos. Impõe-se   diante  da sociedade e se estabelece de forma a homogenizar e padronizar os comportamentos particulares, garantindo que sejam coletivos.  Neste sentido, a  primeira regra  é considerar os fatos sociais como coisas, as quais  são   produtos da atividade humana. 


A Divisão do Trabalho Social e a Formação das Classes Sociais, Segundo Durkheim

Os efeitos gerados pela Revolução Industrial eram assuntos discutidos por diversos estudiosos dos séculos XIX e XX, incluindo-se  os teóricos aqui citados.   Durkheim analisa a função da divisão do trabalho, a qual  tem como objetivo principal tornar a civilização possível.  Para ele,  a divisão de tarefas também passa a  ser fonte de relação e interação social.   
O teórico busca explicar a modernidade a partir do conceito de “divisão do trabalho social”.  Discutia como a formação de um novo modelo  de trabalho, surgido com a Revolução Industrial, contribuiu para  ativar a fragmentação social, fazendo surgir diferentes  esferas sociais ou classes sociais. 

Para ele, a divisão do trabalho não é específica do mundo econômico, podendo-se observar sua influência nas regiões mais diferentes da sociedade. As funções políticas, administrativas, judiciárias especializam-se cada vez mais. O mesmo ocorre com as funções artísticas e científicas. É um tempo diferente daquele em que Filosofia era a única ciência existente. Ela fragmentou-se em muitas outras disciplinas especiais, e cada uma tem seu próprio  objeto de estudo, seu método, seu espírito, dizia  Durkheim.

III - Max Weber. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. A Sociologia Compreensiva

Karl Emil Maximilian Weber  ou apenas Max Weber (1864-1920)  foi um intelectual, jurista e economista alemão considerado um dos fundadores da Sociologia, ao lado de  Augusto Comte Karl Marx e Émile Durkheim.   É o criador do método da Sociologia Compreensiva. Dedicou-se a analisar a nova sociedade que se formava a partir da Revolução Industrial, a consolidação do capitalismo industrial na Europa e sua propagação pelo planeta.


Weber (1864-1920)
A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo  é a sua obra mais destacada, na qual   Weber investiga a influência da religião, especialmente do Protestantismo, na formação do capitalismo ocidental.  

O Protestantismo, religião fundada pelo Padre Martinho Lutero em 1521 (século XVI), prega que os indivíduos devem se dedicar intensamente ao trabalho e não condena a acumulação de riquezas, ao contrário do Catolicismo.  

Para Weber, os fundamentos do Protestantismo favoreceram a consolidação do Capitalismo nos países onde sua influência era grande. Weber aplica o método da Sociologia Compreensiva,  demonstrando que a forma como os sujeitos captavam o mundo (sua ética religiosa) influenciou diretamente suas ações na consolidação do Capitalismo. 

Para Weber, a racionalização do trabalho –  e de outras esferas da vida – é um traço definitivo que marca nosso tempo. O avanço da ciência e do capitalismo moldaram o mundo de forma que todos os espaços coletivos, desde os políticos até os corporativos, foram burocratizados. 


A burocracia de que  fala Weber é vista sob um ponto de vista positivo, pois significa a organização racional e eficiente das atividades coletivas, onde cada um exerce sua função específica e previamente estabelecida de forma detalhada.

O Que é  a Sociologia Compreensiva

A Sociologia Compreensiva ocupa-se de compreender o sentido que os sujeitos atribuem as suas próprias ações e o significado dessas ações em um contexto social mais amplo. Admite  que as ações em si não têm um sentido próprio, mas o sentido que nós, enquanto sujeitos modernos, atribuímos a elas.  Baseia-se na ideia de que ao estudar as ações sociais o sociólogo deve dar especial atenção à motivação dos indivíduos e grupos. 
Assista a entrevista com Max Weber, produzida por alunos do ensino médio:
https://www.youtube.com/watch?v=_8IN6cvccAY


Norbert Elias

IV -  Norbert Elias (1897-1990). 
O Processo Civilizatório

Norbert Elias foi um  sociólogo judeu-alemão que foi obrigado a deixar seu país durante a Segunda Guerra Mundia (1939-1945), fugindo da perseguição nazista.  Na sua obra 

O Processo Civilizatório, traça no primeiro volume,  publicado em 1939, os acontecimentos históricos do habitus europeu, ou seja, a estrutura psíquica individual moldada pelas atitudes sociais. 

Propõe pensar  a relação indivíduo e sociedade, bem como o conceito  de configuração: significa que  a sociedade é formada e representada pela interdependência entre os indivíduos, através das  três instituições:  família, escola e Estado (Governo). 

No seu livro A Sociedade dos Indivíduos considera que somente por meio  das relações os indivíduos adquirem características humanas, como falar, pensar e amar, e não isoladamente.   Sua maior contribuição para a Sociologia foi o desenvolvimento da tese de que todas as grandes transformações políticas levam a profundas modificações nos comportamentos individuais e nas atitudes morais, resultando na pacificação social. 

Seus trabalhos  foram reconhecidos nos anos 70 e  se destacam por abordar  a relação entre poder, comportamento e emoção, abarcando conhecimentos sociológico, psicológico, antropológico e histórico. Elias demonstrou como os padrões europeus pós-medievais de violência, comportamento sexual, funções corporais, etiqueta à mesa e formas de discurso foram importantes  nas  interconexões sociais pós-modernas. 

V -  Pierre Bourdieu (1930-2002). A Teoria do Processo Civilizador


Pierre Félix Bourdieu foi um sociólogo  e filósofo francês, de origem campesina. Nasceu em 1930 no vilarejo de Denguin, no sudoeste da França,  e faleceu em 2002, em Paris, capital francesa.

Apresenta uma abordagem original para o estudo da sociedade e as relações humanas,  fazendo ligações com a Psicologia, a Sociologia e a História, afirmando na sua  Teoria do Processo Civilizador,   que  o comportamento civilizado está  ligado à organização das sociedades ocidentais em Estados Nacionais.   

Desenvolveu seu pensamento  a partir  dos seguintes pontos: as linhas gerais da Sociologia;  o conceito de civilização;  a relação entre estrutura psíquica e formação dos Estados Nacionais; a difusão do processo civilizador europeu através da colonização, associando-o à  colonização europeia, abrindo novas perspectivas historiográficas e de construção de objetos de estudo sobre a  expansão europeia. 

Suas reflexões coincidem com  Max Weber, Karl Marx e Norbert Elias. Suas pesquisas exerceram forte influência nos ambientes pedagógicos nas décadas de 1970 e 1980.  Para Bourdieu, a escola é um espaço de reprodução de estruturas sociais e de transferência de capitais de uma geração para outra. É nela que o legado econômico da família transforma-se em capital cultural.

Estratificação Social. Como são Formadas as Classes Sociais

A sociedade capitalista é dividida em classes, e tem uma estrutura histórica que se relaciona com os Grandes Descobrimentos Marítimos do século XV, A Revolução Francesa, no século XVIII e a Revolução Industrial, no século XIX. 

Sua estratificação social é definida pelas relações e estruturas de apropriação econômica e dominação politica. As classes sociais expressam a forma como as desigualdades se estruturam na sociedade capitalista. As classes se distinguem tambem pela religião, a honra, a ocupação, e a hereditariedade, embora não sejam  elementos tão fortes como  acontece  nas sociedades de castas e de estamentos. 
Texto adaptado de:  Tomazzi,Nelson Dacio. Sociologia para o ensino médio, vol. único. 3a. Edição. São Paulo: Saraiva, 2013

Atividades


Neste estudo usaremos algumas  estratégias como:  questionários, testes, entrevistas e debates  com os pensadores. Forme uma equipe de até 8 integrantes, para apresentar um entrevista com   os cinco pensadores aqui estudados. 

Escolha um teórico, que será representado por um membro. O teórico escolhido  será entrevistado  pelos demais membros da equipe, que debaterão as ideias centrais do pensador escolhido. Os demais membros da equipe  serão os debatedores, que juntamente com o entrevistado, deverão demonstrar conhecimento sobre o tema


Acesse a entrevista com Max Weber, encenada por  alunos do Ensino Médio

https://www.youtube.com/watch?v=_8IN6cvccAY

Amplie seus conhecimentos. Clique nos links abaixo:

A Sociologia e seu objeto de estudo. Os Pais da Sociologia. Sociedade e indivíduo. Quando nasce a ideia de individualidade? Atividades

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