segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Clássicos da Literatura Infantil. 1ª Parte: A Fábula Os Três Porquinhos. Estratégias de Estudo e Atividades


Os contos de fadas e as fábulas são um grande recurso  para o professor trabalhar  e estimular a leitura em sala de aula, desde a Educação Infantil ao Ensino Médio. É um desafio, diante das muitas opções oferecidas às crianças e aos jovens: televisão, vídeo game, internet, jogar bola com os amigos, passear no shopping  etc. 
A fábula Os Três Porquinhos  trabalha o imaginário das crianças, e como ocorre neste  gênero literário,  seus  personagens são exclusivamente  animais, destacando-se:   os  três   porquinhos  Cícero, Heitor e Homero (Prático, na versão para o português) e um lobo,  que deseja devorar os porquinhos.
Ao ler uma história para as crianças precisamos conhecê-la muito bem, pois a entonação conta muito, principalmente para crianças  em fase de letramento. Afinal, somos nós adultos os responsáveis por gerar nelas o desejo de aprender a ler.
Sinopse da história: Era uma vez três porquinhos que saíram de casa e foram morar sozinhos na floresta. Ao  saírem  da casa de sua mãe (em algumas versões, da avó), eles foram construir cada um a sua própria casaCícero, o mais preguiçoso, não queria se cansar e construiu uma  cabana de palha. Heitor decidiu construir uma cabana de  madeira, enquanto Prático optou por construir uma casa  melhor estruturada, com   tijolos e  cimento. Como a sua casa demorou mais tempo para ser construída, Prático muitas vezes via os irmãos se divertindo enquanto se esforçava para terminar o trabalho. Os três porquinhos viviam tranquilamente em suas próprias casas, até o dia em que o Lobo  Mau apareceu. 
Observe as figuras. Conheça a história numa versão bem resumida...


 OS TRÊS PORQUINHOS

Era uma vez três porquinhos que saíram da casa de sua mãe. Cada um construiria a sua própria casa. Seguiram caminhos diferentes.
O primeiro porquinho construiu a sua casa com palha. Logo ficou pronto e ele foi dormir.
Chegou um lobo que queria comer o porquinho e disse:
-          Abra esta porta ou derrubarei esta casa com um sopro só!
O porquinho não abriu. O lobo soprou e derrubou a casa.  O porquinho fugiu correndo.
O segundo porquinho fez sua casa com galhos de árvore. Logo ficou pronta e ele foi dormir.
Outra vez veio o lobo:
-          Porquinho, abra a porta ou vou assoprar e derrubar a sua casa.
O porquinho não abriu, então o lobo assoprou e derrubou a casa. Mas o porquinho fugiu e se escondeu, e o lobo queria saber: “Onde se meteu este porquinho?”
O terceiro porquinho construiu a sua casa de tijolos. Para lá foram os seus irmãos e o lobo também.
Mas desta vez, o lobo soprou até cansar e não derrubou a casa.
Resolveu descer pela chaminé, mas a lareira estava acesa e ele saiu pegando fogo.
O lobo foi embora e os porquinhos ficaram muito felizes morando na casinha de tijolos.

Os Três Porquinhos com medo do Lobo Mau 
 O primeiro porquinho, de nome Cícero,  construiu  sua casa com palha de madeira. 
A cabana logo ficou pronta e Cícero  foi dormir.
O lobo soprou e derrubou a casa.  O porquinho fugiu correndo.
O segundo porquinho, de nome Heitor,  fez sua casa com madeira. 
O lobo  queria saber: “Onde se meteu esse porquinho?”, 
mas não encontrou Heitor.
O terceiro porquinho, de nome Prático,  construiu a sua casa  bem estruturada, de tijolo e cimento. 
Os dois irmãos foram morar na casa de Prático porquê era mais segura. 
O lobo  então, decidiu  entrar na casa   descendo pela chaminé, mas a lareira estava acesa.
O lobo então fugiu assustado, foi embora e nunca mais voltou. 
Os Três Porquinhos ficaram muito felizes morando na casinha de tijolos, e viveram felizes para sempre. 

Que lições podemos tirar da historinha ?  

Podemos tirar da história  algumas lições muito importantes: o primeiro porquinho, Cícero, com sua cabana de palha, representa a vida  fácil, frágil  e a  preguiça. Quando a casa de palha do porquinho é destruída, ele busca abrigo na casa de madeira de seu irmão Heitor, que também é destruída pelo lobo. Os dois porquinhos buscam refúgio na casa de Prático, que  é firme, feita de tijolos e cimento, à  prova de lobos maus, um  refúgio seguro, feito com paciência, muito capricho e sacrifício. 
Reflita: Como você executa suas tarefas escolares ? Com paciência, bem feitas, ou de qualquer jeito, para ir brincar?

Sugestões de estratégias para o  trabalho  em sala de aula:
  • Abertura das atividades  com uma acolhida festiva  para os alunos,   ao som da música "Quem Tem Medo do Lobo Mau" e máscaras de porquinhos para cada um; 
  • Distribuir cópias individuais da letra da música e do texto da fábula; 
  • Trabalhar com a leitura dramatizada;
  • Oficinas de artes reproduzindo o cenário da história. 
  • Representação teatral; Escrever e enviar convite para as outras turmas da escola  assistirem a encenação.
  • Busca de informações no texto (encontrar a palavra lobo,  por exemplo);
  • Observação das figuras. Relacionar  o tempo gasto na construção das casas,  o material utilizado e sua resistência; 
  • Comparar a atitude de cada porquinho ao fazer sua casa;
  • Trabalhar o vocabulário e situação problema;
  • Confeccionar um livro com as fábulas e contos trabalhados; 
  • Observar a grafia correta das palavras e frases durante a confecção do livro.  
   Atividades

1. Você gostou da historinha ? Qual o título ?  Qual o gênero literário ?
2. Pesquise as características dos gêneros literários: fábula e conto. Quais características você identificou  na fábula aqui apresentada
Veja no link abaixo informações sobre fábulas. 


Biografias de Jean de La Fontaine e Esopo. As Fábulas a lebre e a tartaruga. O leão e o mosquito. O caranguejo e sua mãe. Interpretação de texto


3. Você gostou da música? Copie a letra da musica. Atente para a grafia correta  das palavras.
4. Cite  os  animais  que aparecem na historinha e os nomes próprios  que  lhes foram dados. 
5. Você tem algum animal de estimação? Qual o nome do seu animalzinho?  É um nome próprio ou um nome comum
Vídeo-aula com a  música "Quem Tem Medo do Lobo Mau"
Letra da música "Quem Tem Medo do Lobo Mau"

Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau...
Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau...

Eu sou lobo...mas não sou lobo mau.
Eu sou lobo bonzinho e amiguinho, e vou ajudar vocês a cantar.
Então,  depois da introdução dos porquinhos, vocês entram,  tá
?

Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau...
Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau...
Fonte: http://musicasinfantilparacriancas.blogspot.com.br/2011/11/lobo-mau.html

Acompanhe os episódios anteriores, da série clássicos da literatura infantil, onde apresentamos três dos mais conhecidos contos.


Clássicos da Literatura Infantil 3ª Parte: Pinóquio.Conheça Collodi, a Cidade de Pinocchio. Biografia do Autor Carlo Collodi. Atividades

Clássicos da Literatura Infantil 2ª Parte: Conto de Fadas A Bela Adormecida. Biografia dos Irmãos Grimm. Atividades


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O Gato que Gostava de Cenoura, de Rubem Alves. Partes 1 e 2. Biografia do Autor. Atividades

O livro de autoria do Professor e escritor brasileiro   Rubem Alves ,  de 18 páginas, publicado pela  Editora LOYOLA,  em 1999, conta a história de Gulliver, um gato   diferente de todos os outros que você já viu. 
Esta é a história de Gulliver, um gatinho que não quer saber de caçar peixes, ratos ou passarinhos. Gulliver é um gato   diferente de todos os outros que você já viu.  Na realidade ele gosta de cenouras

Felinos por natureza são caçadores. Caçam peixes, ratos, pássaros... mas este gato, chamado Gulliver, não gostava de caçar. Ele gostava mesmo de comer... cenouras! 

É, cenouras, igual a um coelho! Mas isso era segredo. Os outros gatos não podiam saber que ele é vegetariano... o que eles diriam quando soubessem que Gulliver não caça, não come ratos? 

Vamos conhecer toda  historia. Você vai gostar.


O  Gato que Gostava de Cenoura  - 1a. Parte 
Gulliver — esse era o nome do gatinho recém-nascido — trouxe grande alegria a seus pais, quando nasceu. A mãe gata e o pai gato puseram esse nome no filho — o nome de um gigante! — porque sonhavam que ele seria um gato enorme, forte, valente, caçador.

Mas, para espanto de seus pais, Gulliver cresceu um gato diferente. Não gostava das coisas que os gatos normais gostavam: peixes, ratos e passarinhos. Seus pais lhe traziam deliciosos ratinhos recém-nascidos, pardais saborosos, peixes perfumados: tudo em vão. Seus pais acharam que ele estava doente. Levaram-no ao médico. Mas depois de muito examiná-lo o médico concluiu que ele não tinha doença alguma. A doença dele — se é que é doença — não está no corpo. Deve estar na alma...”.

O fato é que os pais ignoravam que Gulliver comia escondido, comida que era proibida para gatos. Comia comida que só os coelhos comiam! Cenoura! Gullinho era um gato diferente! Gato que comia cenoura... Seus pais estranhavam que ele fosse um solitário, estava sempre sozinho. Não andava com os outros gatos. Claro que não. Os outros gatos gostavam de sair juntos para caçar e comer ratos. Um dia até que Gulliver tentou. Mas vomitou. A alma de Gullinho era feita de cenouras e não de ratos..

Um dia, a mãe gata, preocupada com o filho, disse ao marido:
— Acho que você deveria seguir o Gullinho. Tenho medo de ele se meta em más companhias. E assim foi. Na próxima vez que Gullinho saiu sozinho seu pai o seguiu sem que ele o visse. Andou muito, até chegar ao sítio de seu Joaquim. Lá havia canteiros com todo tipo de hortaliças, ente elas — lindas, amarelinhas, doces, fresquinhas — cenouras a perder de vista. Aí Gullinho sorriu da felicidade e começou a comer a comida que era proibida para os gatos.

Seu pai quase morreu do coração. O filho, que em seus sonhos deveria se parecer com um tigre, na realidade se parecia mais com um coelho. Voltou para casa. E ali, ele e a gata, sua mulher, choraram amargamente.

Plantação de cenoura

Os pais terem descoberto ainda não foi nada. O terrível foi quando os outros gatos, colegas de escola, passaram a suspeitar dos hábitos de Gullinho.


Gulliver tornou-se objeto de zombaria. Seus colegas lhe puseram o apelido de coelho...
Os pais, padecendo com o sofrimento do filho, resolveram apelar para a religião. Pra Deus tudo é possível. Mandaram então que o Gulinho fosse conversar um padre.

O gato-padre era um gato impressionante. Pelo lustroso, pretíssimo, olhos verdes, longo rabo encurvado. Seu nome era D. João Severo. Ele abriu um livro sagrado e disse que Deus, o Gato Supremo, determinara que ratos, passarinhos e peixes são os manjares dos deuses. Assim, por determinação do Deus-Gato, gatos têm de comer ratos, passarinhos e peixes. Comer cenouras é pecado mortal. É contra a natureza. Aí lhe falou sobre o inferno, um lugar terrível para onde vão todos os gatos que comem cenouras. — Esse será seu destino se você não mudar seus hábitos alimentares — rematou.

Salada de cenoura e folhinhas verdes 

Seus pais não desanimaram. Tinha de haver uma cura. Enviaram Gulliver a um psicanalista, o melhor, o mais caro, Dr. Gatan. Tiveram de tirar dinheiro do banco para pagar o tratamento. Pais são assim: fazem os maiores sacrifícios para que os filhos fiquem iguais a seus sonhos.

A análise durou vários anos. Ao final da análise, Dr. Gatan lhe deu uma explicação complicada. Falou de Freud, de Édipo, de repressão. Nem ele nem seus pais entenderam a explicação. Explicações não adiantam. Explicações ficam na cabeça. Não chegam até o corpo, onde mora o sofrimento. Gulliver continuou a gostar de cenouras... (continua).

Autor : Rubem Alves
fonte: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/05/colunistas/rubem_alves/60427-o-gato-que-gostava-de-cenouras.html

O  Gato que Gostava de Cenoura  - Continuação -  2.ª Parte do Livro 

Cenoura tem vitamina E
Acontece que na escola havia um professor que compreendeu o sofrimento de Gulliver, sempre sozinho, sem amigos, objeto da zombaria dos colegas.

— Quero falar com você — disse ele a Gulliver — no meu escritório.
Gulliver estremeceu. Será que o professor o repreenderia por causa de seu gosto por cenouras?

— Quero contar uma coisa a você — ele começou, depois de fechar a porta. 

— A genética nos conta que nosso destino está gravado nas células de nosso corpo, num disquete muito, muito pequeno chamado DNA. Ele já está no feto, antes que o bichinho nasça. Antes de você nascer, seu corpo já estava programado pelo DNA: a forma de seus olhos, a cor de seu pelo, se você seria gato ou gata. 

É assim com todas as coisas vivas. Os cachorros, os coelhos, os gambás, os sabiás, as curruíras, os urubus: todos são diferentes porque seu DNA é diferente. I

sso vale até mesmo para as plantas: de semente de abóbora só nasce abóbora. De semente de carvalho só nasce carvalho. E o DNA é implacável: aquilo que a natureza fez ninguém é capaz de desfazer.

Gulliver não estava entendendo a razão daquela aula, mas estava achando a explicação interessante. O professor, então, prosseguiu:

— Por vezes, o disquete DNA não funciona da forma esperada. E, quando o bichinho nasce, nasce um pouquinho diferente. Alguns, chamados daltônicos, não veem as cores do jeito como a maioria vê. Outros, chamados canhotos, funcionam melhor com a mão esquerda que com a direita. Eles têm de tocar violão ao contrário — e deu uma risada. — Parece que esse é o caso daqueles que têm uma dieta de amor diferente daquela reconhecida como padrão. O padrão é gato comer rato. Mas você gosta é de cenoura.

— Os chamados heterossexuais amam o diferente: o corpo dos homens se comove ao ver um corpo de mulher; o corpo das mulheres se comove ao ver o corpo de um homem. Mas o corpo dos homossexuais, quem sabe se por obra do DNA, se comove ao ver um corpo igual ao seu. Tal como aconteceu com Narciso, aquele do mito dos gregos: ele se apaixonou por sua própria imagem refletida na água da fonte. É tão interessante isso: que nosso sexo seja movido por uma imagem!

Dito isso, ele parou, e pareceu mergulhado num sonho. De repente acordou, deu uma risadinha, e disse:

— E eu chego a pensar que Prokofieff... Você sabe quem é Prokofieff? É um compositor. Você nunca ouviu sua música 'Pedro e o Lobo'? É uma estória para crianças, muito divertida. Tem um gato que toca clarinet... Pois é: penso que é possível que ele também tenha sido um equívoco do DNA. Por vezes, o DNA se engana para melhor.
Suco de cenoura. Boma para a saúde

De repente, Gulliver compreendeu que o professor sabia tudo sobre ele. Sabia e compreendia. Compreendia e não queria consertá-lo, não queria torná-lo igual aos outros. Ele era amigo.

“Meu Deus!” — ele gritou em silêncio. “Eu tenho um amigo! Eu tenho um amigo!”

E a felicidade de ter um amigo foi tão grande que ele se pôs a chorar como nunca chorara. Ele gostava era de comer cenouras. 

Não queria gostar de comer nem ratos nem passarinhos nem peixes. Não queria ficar igual aos outros. Seu único desejo era não ter vergonha. Seu único desejo era que os outros deixassem que ele fosse o que era: um gato que gostava de cenouras!

Em resumo: ele queria ter amigos. Porque um amigo é isso: alguém de quem não é preciso se esconder.

Mas agora ele tinha um amigo. Olhou para o professor, enxugou as lágrimas de alegria e não disse nada. Não era preciso.


Breve biografia do autor. Quem é Rubem Alves

Rubem Alves 
Rubens Alves  é educador, escritor e psicanalista, doutor em filosofia pela Universidade de Princeton,  EUA e Professor emérito da UNICAMP. Tem escrito sobre temas da sociologia, psicanálise, filosofia e teologia, e tem  uma extensa obra de livros infantis. 

Saiba mais sobra o autor. Clique no link abaixo:

http://serravallenaafricadosul.blogspot.com.br/2013/10/dia-do-professor-gaiolas-ou-asas-ha.html


Atividades

Releia  a primeira e a segunda parte da  historinha   para  responder:

1. Qual o título da historinha 
2. Quem é o  autor ?
3. Qual o nome do personagem principal  da historinha ?
4. O que  ele  tinha de diferente? O que ele gostava de comer 
5.  Por que  seus  pais  ficaram tristes?
6. Na segunda parte do livro, o autor fala  como era o comportamento de Gulliver na escola. Descreva em breves palavras. 
      7. Você entendeu a explicação do professor sobre DNA ? Conte para nós o que você capitou. 
      8. Qual foi a conclusão de Gulliver sobre o Professor 
       9. Você gostou do final da história      Crie você mesmo a sua versão final.   Como você gostaria que terminasse 
      10. Escreva os nomes dos animais que são citados no texto: 


                                


                     

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Alfabetização e letramento. História infantil. Livro A Bota do Bode. Atividades. Explorando a letra B

Explorando  a letra B nas palavras BOTA e BODE


O Livro infanto-juvenil   A Bota do Bode, de autoria de   Mary França e Eliardo França,  publicado pela Editora Ática,  destina-se a crianças de até 5 anos de idade, na fase de letramento. 


 A historinha permite explorar a letra "B" e  criar situações  de aritmética simples.  Vamos conhecer. 












 Autores: Mary França       e Eliardo França

Atividades

I. Você  gostou da historinha ? Quem são as autoras ? Copie no seu caderno o texto  da  historinha, começando pelo título.  


A  BOTA  DO  BODE

O  BODE  VIU  UMA  BOTA.

O  BODE  COLOCOU BOTA NUMA  PATA.

E  FICOU MUITO  GOZADO!

UMA  BOTA NUMA  PATA E TRÊS PATAS    SEM  BOTA.

O  BODE  DEU  A  BOTA PARA O RATO.

E  O  RATO SUMIU  NA  BOTA.

O  RATO  DEU  A  BOTA  PARA O GALO.

E  O GALO  NÃO ANDOU  COM A  BOTA.

O  GALO  DEU  A  BOTA PARA O GATO.

O  GATO FALOU:

─ A  BOTA É  UMA BOA CASA!

 ─ UMA CASA? ─  FALOU O GALO.

VEIO  A GATA  E  FALOU:

 ─ UMA CASA PARA OS NOSSOS FILHOTES!

 II. Escreva os nomes do animais que aparecem na historinha: 


1) .............            2)......          
                   


                             
3. .............             4. .......









 5...........            6..........      









III. Monte o título da história com letras móveis ou recortes de revistas e jornais.

IV. A professora irá mostrar cada personagem da historinha e você irá dizer os nomes.  Depois escreva no caderno.

V. Recorte figuras  encontradas em revistas e jornais  de cada personagem.  Escreva os seus nomes. 

VI. Conte e  registre o número de animais que aparecem na história. Faça uma continha e veja o total.  Você seria capaz de  criar  outras situações matemáticas com os personagens ? Tente ! Experimente ! 

VII - Completa os nomes das figuras com as sílabas: BA - BE - BI - BO - BU, em seguida escreva as palavras no seu caderno









BA..................            BE....................







BI.......         BO........











 BU.....................                                                                                         BO...............


VIIi. Releia a historinha A bota do bode. Crie um novo final para a historia. Sente-se em  roda e cada um irá contar a sua nova historinha. Use a imaginação ! Boa sorte ! 
Todas as imagens são do Google.